The Metacity

Fonte: Postscapes, por Mark Rolston

The modern city is becoming a pointer system, the new URL, for tomorrow’s hybrid digital–physical environment. Today’s Facebook will be complemented by tomorrow’s Placebook. Explosive innovation and adoption of computing, mobile devices, and rich sources of data are changing the cities in which we live, work, and play. It’s about us, and how computing in the context of our cities is changing how we live. A digital landscape overlays our physical world and is expanding to offer ever-richer experiences that complement, and in emerging cases, replace the physical experience. In the meta–cities of the future, computing isn’t just with us; it surrounds us, and it uses the context of our environment to empower us in more natural, yet powerful ways.

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Sobre redes

A metáfora da máquina sempre caracterizou a sociedade industrial. Máquina como meio de fabricar um determinado produto, de atingir um determinado objetivo, de se chegar a um determinado fim. Um dos maiores símbolos da racionalização do tempo, da energia, do movimento.

Já na sociedade pós-industrial, as metáforas da máquina dão lugar às metáforas da rede.

Nesta época, quase tudo formado por um conjunto de elementos que se encontram dispersos geograficamente e que mantêm algum tipo de conexão é chamado de rede. São redes de lojas, redes de infraestrutura, redes de colaboradores (utilizado como eufemismo para designar empregados de uma empresa), redes de ensino, entre outras redes.

Esta concepção mais primária de rede, que leva em conta apenas a quantidade de elementos, sua dispersão espacial e interconexão, por vezes limita um entendimento mais abrangente sobre o conceito. Desse modo, muitos arranjos que strictu sensu não são redes, assim são chamados.

Rede é uma forma de organização, de auto-organização, um padrão altamente dinâmico de relações entre os elementos. Não há hierarquia na rede. Esta isonomia entre os elementos arranjados em rede são a base de uma auto-organização co-ordenada por todos.

Redes são multidirecionais, multidimensionais, não lineares, não-hierárquicas, abertas, dinâmicas. Não comportam, portanto, um centro, ou vários deles. E se não há centro, não há periferia.

Referências bibliográficas

  • CAPRA, Fritjof. A teia da vida – Uma nova compreensão científica dos sistemas vivos. São Paulo: Cultrix/Amana-Key, 2001.

  • _______________ . As conexões ocultas – Ciência para uma vida sustentável. São Paulo: Cultrix/Amana-Key, 2002.

  • MARTINHO, Cássio. Redes Uma introdução às dinâmicas da conectividade e da auto-organização. Brasília : WWF-Brasil; 2003.

Habitando redes

Artigo publicado na Revista Temática, da UFPB …

Este artigo é fruto de pesquisas nas linhas de investigação do Centro de Pesquisas Atopos, da Escola de Comunicações e Artes da  Universidade de São Paulo (ECA/USP) sobre os aspectos teóricos das mídias digitais. Seu objetivo é analisar o impacto das transformações midiáticas na sociedade, em especial o impacto causado pelas novas tecnologias digitais sobre as formas de organização social, neste caso específico analisando a ascensão da organização em redes e suas implicações. Partindo de uma perspectiva que abandona a visão  instrumentalista das tecnologias midiáticas, passando a considerá-las como elementos ativos na forma como o homem se relaciona com o mundo.

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Compartilhando conhecimentos

São vídeos, livros, artigos, programas de TV, enfim, muita coisa para aproveitar …

Memória Roda Viva – o programa da TV Cultura, de SP
Videoteca do canal Futura
MIT OpenCourseWare – acesso gratuito à seleção de materiais dos cursos do MIT (Massachusetts Institute of Technology) traduzidos para o português
Scribd – livros, apresentações, artigos, etc, etc, etc
Espaço Michel Foucault
– Textos I: PERPÉTUO, Irineu; SILVEIRA, Sergio Amadeu. O futuro da música depois da morte do CD
– Textos II: WINNER, Langdon. A Informação como Mito
– Textos III: SILVEIRA, Sergio Amadeu. Convergência digital, diversidade cultural e esfera pública. In: Além das redes de colaboração / Sergio Amadeu e Nelson Pretto (organizadores). Salvador: UFBA, 2008
– Textos IV: RECUERO, Raquel. Redes Sociais na Internet. Além deste texto, há o livro, de mesmo nome, disponível para download
– Textos V: UGARTE, David. El poder de las redes
– Textos VI: MANOVICH, Lev. Software takes command
– Textos VII: BARLOW, John Perry. Economia de idéias
– Textos VIII: SILVEIRA, Sergio Amadeu. O conceito de commons na cibercultura
– Textos IX: PRIMO, Alex. Existem celebridades da e na blogosfera? Reputação e renome em blogs
– Textos X: BAUWENS. Michel. A Economia Política da Produção entre Pares
– Textos XI: SOUZA, Renato Rocha; ALVARENGA, Lídia. A Web Semântica e suas contribuições para a ciência da informação
– Textos XII: DZIEKANIAK, Gisele; KIRINUS, Josiane. Web Semântica
– Textos XIII: NUPEF RITS – publicações e textos de referência
– Textos XIV: PoliTICs
– Textos XV: Artigo IDG Now! – COUTINHO, Marcelo. A Margarida Digital

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