Sobre …

Um vírus não idealiza o outro. Ele simplesmente o hospeda, nele é hospedado e ambos se transformam. Pretende-se um colorido mosaico de frágeis peças, de frágeis pensamentos [Vattimo, G & Rovatti, A]. Pretende-se nômade, mutante, que se multiplica, se divide, adormece e acorda, sempre de forma imprevisível. Manifesta-se, perturba e perde-se a espera de novos fluxos de forças, de uma nova conjuntura de possibilidades. Um vírus não é,  ele acontece.

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Imagem: Eco-Net, Institute for Digital Intermedia Arts. Fonte: http://www.tecnoartenews.com/proxima-natureza/eco-net-refletindo-sobre-a-formacao-de-uma-ecologia-das-redes-na-era-da-conectividade/

Pesquisador interessado nos diferentes arranjos simbióticos entre humanos e tecnologias midiáticas.

Professor na Fapcom.

Lattes: http://lattes.cnpq.br/7566631557186659

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