População contribui pela internet para nova constituição

Fonte: Observatório da Imprensa

O parlamento da Islândia elabora uma nova constituição para substituir a atualmente em vigor no país, com quase 70 anos. Para ter a contribuição dos cidadãos, a pequena – porém tecnológica – nação optou por usar a web e, em especial, redes sociais como Facebook, Twitter, YouTube e Flickr. A população de 320 mil habitantes está entre as que mais usam computadores do mundo. Como 2/3 dos islandeses têm perfil no Facebook, os encontros semanais dos 25 membros do conselho que está elaborando a constituição são transmitidos ao vivo no site.

Quando o país ganhou a independência da Dinamarca em 1944, simplesmente pegou a constituição dinamarquesa e fez ajustes mínimos, como substituir a palavra “rei” por “presidente”. Desde então, a ideia de que seria preciso fazer uma revisão mais aprofundada da constituição está na pauta do governo. O plano só foi colocado em prática, no entanto, depois da crise financeira de 2008, quando os principais bancos comerciais do país faliram em uma semana, a moeda despencou e a população começou a organizar protestos contra o governo. “Para mim, já está claro há muito tempo que uma revisão da constituição só seria feita com a participação direta do povo”, afirmou a primeiro-ministra, Johanna Sigurdardottir, uma das que fazem campanha para a revisão institucional desde que assumiu o cargo, em 2009. Segundo ela, há uma possibilidade de que o projeto seja colocado em um referendo antes da aprovação final do parlamento.

Contribuições

Os membros do conselho foram eleitos por voto popular de um total de 522 candidatos maiores de 18 anos. O trabalho está sendo baseado em um relatório de 700 páginas preparado por um comitê que levou em consideração entrevistas com 950 islandeses selecionados de maneira aleatória, que se encontraram durante um dia para discutir a divisão de poderes, conservação e proteção, relações exteriores, dentre outros temas.

A internet é, no entanto, a forma mais direta para a interação com os cidadãos. Internautas podem contribuir com recomendações online, desde que coloquem nome e endereço. Uma equipe local aprova as recomendações e as ideias são passadas para o conselho, sendo, então, abertas à discussão online. O prazo para a conclusão do projeto da constituição é no final do mês, mas o conselho deve pedir a extensão de mais um mês. Depois disso, o documento será enviado para o parlamento, para debate e aprovação. Informações de Alda Sigmundsdottir [AP, 14/6/11].

UrbanRemix

UrbanRemix is a collaborative and locative sound project. Our goal in developing UrbanRemix was to design a platform and series of public workshops that would enable participants to develop and express the acoustic identity of their communities, and enable users of the website to explore and experience the soundscapes of the city in a novel fashion.

The UrbanRemix plataform consists of a mobile phone system and web interface for recording, browsing, and mixing audio. It allows users to document and explore the obvious, neglected, private or public, even secret sounds of the urban environment. Participants in the UrbanRemix workshops become active creators of shared soundscapes as they search the city for interesting sound cues. The collected sounds, voices, and noises provide the original tracks for musical remixes that reflect the specific nature and acoustic identity of the community.

To get started, download the free app for iOS / iPhone or Android and start recording sounds in one of our project neighborhoods (such as Times Square), or open the map to browse and remix previously contributed sounds.

Laboratório NatalNet

E o pessoal lá da UFRN com muita coisa legal também …

Atualmente existem vários projetos executados no Laboratório Natalnet principalmente nas áreas de Realidade Virtual, Robótica, TV Digital e Interativa, Multimídia e Sistemas de Informação Geográfica.

Em execução

Anteriores

Wikinarua.com

Muito legal isso aqui!

wikinarua. com é uma rede social que compreende conexão entre redes a partir da utilização de dispositivos móveis, como celulares, com tecnologia de Realidade Urbana Aumentada (RUA), software criado na Universidade de Brasília, especialmente para que cada individuo, localizado em qualquer parte do Brasil, incluindo os de comunidades isoladas como quilombolas, indígenas ou outras, possam modificar e intervir no seu contexto urbano e/ou meio ambiente, por meio da arte com imagens, sons, animações, textos, contendo também uma rádio, onde você pode fazer a sua programação e participar com outras informações, no intuito de diminuir inclusive as diferenças sociais, em tempo real. A rede social apresenta como forma de interativismo a construção de uma cartografia colaborativa, na qual são apresentadas as imagens, vídeos e outras informações inseridas por seus membros.

Wikinarua é uma rede social composta por quatro serviços principais: 1. Cartografia colaborativa com blogmaps; 2. ciber radio, 3. software para dispositivo móvel, denominado de realidade urbana aumentada (RUA), 4. Enciclopedia (wiki) e um gamearte para dispositivo móvel denominado Cyber Ton Ton, em realidade aumentada. Além dos serviços principais, que visam a inclusão social pela arte, o wikinarua contém os  12 protótipos desenvolvidos com apoio do prêmio XPTA.LAB 2009.

No site também é possível ver os projetos desenvolvidos pela UFG e pela UFPI. Coisas muito legais também.

😉

Produtora Cultural Colaborativa: Artigo EXPOIDEA 2010

Fonte: iTeia

Descrição da Foto

Artigo publicado no Livro da EXPOIDEA 2010 apresentando os conceitos e funcionamento da produtora cultural colaborativa como tecnologia social de apoio a sustentabilidade dos artistas locais. O trabalho inclui ainda um estudo de caso sobre a produtora cultural colaborativa realizada dentro da Expoidea a Feira do Futuro em nov de 2010 no centro da cidade do Recife.

EveryBlock.com, portal de notícias hiperlocais

Fonte: Jornalistas da Web

RIO DE JANEIRO (Da Redação), 23 de março – O EveryBlock.com, portal americano de notícias hiperlocais – focadas em distritos e comunidades de cidades dos Estados Unidos -, ganhou uma nova versão com recursos que estimulam ainda mais a participação dos moradores das regiões abraçadas.

O site, que antes exibia apenas feeds de notícias relacionadas a comunidades de cidades como Boston, Chicago, Detroit, Nova York e Washington Post, agora oferece aos usuários a oportunidade de iniciar uma discussão, compartilhar uma informação, fazer perguntas a moradores da mesma vizinhança ou responder questões relacionadas à região onde mora. Segundo informações do site Mashable, cada página individual de um lugar agora possui um campo de postagem, por onde usuários podem se comunicar com vizinhos, da mesma forma como fazem em sites de rede social como Twitter e Facebook. Os utilizadores também podem montar um perfil, com fotos e biografia, para construir relações.

O EveryBlock foi lançado em 2008 pelo desenvolvedor e jornalista Adrian Holovaty, especialista em sistemas voltados para o jornalismo digital. Holovaty criou outros serviços hiperlocais, como o Chicagocrime.org, que noticia crimes na cidade de Chicago. Em 2009, o EveryBlock foi comprado pela MSNBC.com, que mantém o site até hoje. Segundo Holovaty, o EveryBlock não está tentando se tornar uma nova rede social local, mas sim adotando pequenos recursos compatíveis com a ideia de uma comunidade virtual.

Gamevolution

Fonte: http://www.molleindustria.org/en

THE FREE CULTURE GAME
The Free Culture Game is a game about the struggle between free culture and copyright. Create and defend the common knowledge from the vectorial class. Liberate the passive consumers from the domain of the market.

INTRO

We can no longer consider videogaming as a marginal element of our everyday lives. In recent years, the turnover of the videogame industry has exceeded that of cinema, and there are a growing number of adult and female players. There are more frequent overlaps with other media: there are videogames for advertisements (advergames), for educational purposes and for electoral propaganda. space invadersHow did videogames become such a central element of the mediascape? During the second half of the nineties, major entertainment corporations extended their activities in this sector and extinguished or absorbed small producers.
Now videogames are an integral part of the global cultural industry, and they are in a strategic position in the ongoing processes of media convergence. These developments inhibit the political and artistic emancipation of this medium: every code line is written for the profit of a big corporation.

One solution: Gamevolution!
We believe that the explosive slogan that spread quickly after the Anti-WTO demostrations in Seattle, “Don’t hate the media, become the media,” applies to this medium. We can free videogames from the “dictatorship of entertainment”, using them instead to describe pressing social needs, and to express our feelings or ideas just as we do in other forms of art. But if we want to express an alternative to dominant forms of gameplay we must rethink game genres, styles and languages. The ideology of a game resides in its rules, in its invisible mechanics, and not only in its narrative parts. That’s why a global renewal of this medium will be anything but easy.